"Hay hombres que luchan un dia y son buenos
Hay otros que luchan um año y son mejores
Hay quienes luchan muchos años y son muy buenos
Pero hay los que luchan toda la vida
Esos son los imprescindibles"
(Bertolt Brecht)
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
A maldição conservadora e a invenção do guasca
terça-feira, 20 de setembro de 2011
A Guerra dos Farrapos e seus Lanceiros Negros Traídos
Professor de História - hemersonfer@bol.com.br
Um breve resumo de como os Farroupilhas sulistas recrutaram e depois descartaram seus soldados negros
Feito isso, deu-se a chamada rendição e paz do Poncho Verde, onde senhores escravistas dos dois lados trocaram abraços e promessas de lealdade e, logo depois, marcharam juntos e sob a mesma bandeira imperial contra o Uruguai, Argentina e Paraguai.
Bibliografia
domingo, 1 de maio de 2011
O tradicionalismo guasca que esterca as cidades na primavera: a imaterialidade da coisa
Jornalista e historiador
O Movimento Tradicionalista Gaúcho (MTG) deseja ser o elemento dessa aberração.
Por óbvio, se poderia considerar “patrimônio imaterial” manifestações culturais, mas não a “entidade” que as promove. Considerar o tradicionalismo, que é uma sociedade privada, organizada na sociedade civil, como “patrimônio imaterial” seria a mesma coisa que reconhecer o Grêmio ou o Internacional como únicas manifestações genuínas e autênticas do futebol. Certamente, se um clube sumir isso não afetará a existência do esporte.
O tradicionalismo é um movimento cívico-cultural organizado em rede, de forma associativa, e de caráter de massa, articulado pela indústria cultural e diversos interesses comerciais, políticos, etc., que, além de milhares de posturas sinceras, especulam com hábitos, costumes e elementos da tradição. Não existe imaterialidade no tradicionalismo. Duvidosamente, a imaterialidade poderia ser encontrada em algumas manifestações utilizadas pelo movimento, entretanto reinterpretadas, agregadas por sentidos contemporâneos, sem sustentação metodológica. Portanto, ainda assim, de forçosa “imaterialidade”. A seleção, a reinterpretação, a reorganização, e o novo sentido agregado, adequado aos interesses do movimento, retiram a sua “imaterialidade”. O motivo: não é mais autêntico; foi tradicionalizada.
Desde os anos 1940, o tradicionalismo vem privatizando uma série de manifestações culturais, hábitos e costumes rio-grandenses. Muitos existiam isolados em regiões remotas. Da tradição foram retirados e reelaborados em uma engrenagem de rede. Um eficiente marketing e práticas de adestramento comportamental encarregaram-se de “educar” os contingentes como se pertencessem a todos os grupos humanos. E o que é pior: como se o RS tivesse um único gentílico formatador gauchesco.
Praticamente todas as manifestações adotadas pelo tradicionalismo já existiam antes do seu aparecimento como entidade privada. Se o tradicionalismo, por sua vez, desaparecer, as realmente importantes continuarão existindo. Patrimônio imaterial é o mate (legado indígena), a culinária, determinadas músicas e danças regionais, etc., e não o tradicionalismo.
Com o sucesso de se transformar em “patrimônio imaterial”, o tradicionalismo chegou ao extremo de sua usurpação da riqueza cultural regional. Ele se converte em “único”, “legítimo” portador dos eventos da identidade. Ele passou a ser o próprio fenômeno. Parece evidente que esta nova expropriação não resiste à História e ao contrato republicano da sociedade contemporânea. A imanência tradicionalista o conduziu à crença de que ele é, em essência, a coisa...
Nessa lógica, a “cidadania” ainda será acusada de crime contra o patrimônio se realizar qualquer crítica a um tradicionalista (em essência, a coisa imaterial), protestar contra seus hábitos de estercar as cidades nos meses de setembro; espancar animais nos rodeios; ou o poder público ficará impossibilitado de realizar alguma reforma urbana porque em determinado lugar existe um galpão com uma placa tosca na fachada escrito CTG, cujas atividades são de duvidoso interesse público.
Passando à imaterialidade, só falta agora o tradicionalismo almejar ser o espírito do rio-grandense.
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
CUBA ATUALIZA O SOCIALISMO
I Brigada Mundial contra o Terrorismo Midiático reúne 64 ativistas de 20 países, dos quais 11 riograndenses.
| Stela Pastore |
Brigada reúne delegações de 56 países |
A revolução é mudança permanente, disse o professor de história Javier Domingues, no encontro de abertura da I Brigada Mundial contra o Terrorismo Midiático que iniciou na quarta-feira (16), em Cuba. Domingues integra o Instituto Cubano de Amizade com os Povos - ICAP - entidade organizadora da atividade que reúne 64 ativistas de 20 países, dos quais 11 riograndenses. Argentina, Austrália, Alemanha, Correia do Sul, El Salvador, Espanha, Ucrânia, Turquia, França, Honduras, México, Peru, Tchecoslováquia, Suíça, Irã, Irlanda, Sri Lanka, Venezuela, e Canadá têm delegações.
“Disseminar a verdade sobre o que se passa em Cuba é o propósito desta atividade”, reforçou o professor. Integrante do ICAP há 38 anos, Domingues pontuou que Cuba vive um momento de transformação e é um país em dificuldades. “Estamos atualizando o Socialismo, como diz o presidente Raul Castro”, observou aos participantes.
O bloqueio econômico imposto pelos Estados Unidos desde 1962 causa problemas e prejuízos nas mais diferentes áreas. “O presidente Barak Obama não modificou a postura imperialista de destruir o exemplo revolucionário cubano para o mundo”, ressaltou o dirigente.
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Delegação riograndense |
Nos dois primeiros dias em Cuba, a delegação riograndense realizou visitas e contatos em Havana e outros municípios próximos. As impressões são unânimes e altamente positivas. As estradas estão em ótimas condições, a limpeza pública é excepcional, as casas são muito bem cuidadas e arrumadas interna e externamente, há máquinas realizando serviços públicos permanentemente, a frota de veículos, mesmo os antigos que existem em profusão, são muito bem conservados. A educação e a prestimosidade dos cubanos é notável. Há segurança e tranquilidade. Andar pelas ruas da capital cubana é uma experiência incomum - não há apelo comercial. O consumo não pauta o cotidiano.
Reportagem e texto: Stela Pastore
sábado, 20 de novembro de 2010
PORTOS E “REVITALIZAÇÕES DA ORLA”

A arquiteta Adriana Schönhofen Garcia, mestre em Engenharia, radicada em Miami, embora natural do Rio Grande do Sul, participou do 54º. Congresso Mundial de Arquitetura na PUC neste mês de novembro, promovido pela Federação Internacional de Habitação e Planejamento.
Foi depois convidada a uma palestra no Instituto dos Arquitetos do Brasil abordando o tema “revitalizações” em áreas portuárias desativadas, numa abordagem comparativa entre a proposta que vem sendo insistentemente apresentada pelo advogado Edmar Tutikian para o cais Mauá, e o cais de Miami River.
Logo de início, ficou patente que a arquiteta havia sido abastecida com informações falseadas sobre o cais Mauá, o projeto Tutikian, e a própria cidade de Porto Alegre, na atualidade.
Não surpreende a difusão e divulgação de notícias e informações incorretas ou incompletas por parte dos promotores da “revitalização”, pois esta tem sido a tática usual dos mega-projetos, em Porto Alegre, que interessam ao poder econômico e trazem prejuízo para a população, os bairros, o meio ambiente, e à própria noção de planejamento.
O que surpreendeu foi a falta de civilidade com uma visitante de prestígio internacional, visando levá-la a apoiar indiretamente o tal projeto. A arquiteta, porém, não é inexperiente, e logo se deu conta de que havia coisas subjacentes, de que não havia sido informada. Ou, certamente, não teria escolhido Miami como seu parâmetro comparativo.
Assim, enquanto a palestrante, já em sobreaviso contra armadilhas com objetivos políticos, discorria sobre o que poderia ser revitalizado em Porto Alegre, tratava também de colocar claramente as informações de que dispunha (errôneas) sobre uma espécie de morte do Centro, do cais, dos parques de Porto Alegre. Informações que deixaram de lado a questão dos moradores de rua, e as dezenas de prédios desocupados e em deterioração nesse bairro.
Além desse procedimento ser extremamente descortês com a palestrante, que não dispôs de quem a informasse devidamente sobre a polêmica existente, e as ilegalidades cometidas, – hoje subjudice na Justiça Federal, – perdeu-se uma grande oportunidade de discutir objetivamente o tema com uma pessoa tão experiente e conhecedora das contradições existentes entre a vontade do poder público e a cultura e vontade de uma população.
O FRACASSO DE SOLUÇÕES IMPOSTAS
Parece que, no mundo atual, ao invés de se perguntar às pessoas que cidade elas querem, do que sentem falta, do que gostariam e atenderia a suas necessidades, e do que as perturba, incomoda, e não desejam, – os governos neoliberais se caracterizam por impor suas criações e imaginações a todo um povo, pouco ligando para sua adequação. Em nada, pois, se diferenciam dos governos autoritários tradicionais, fardados ou não.
Na análise da arquiteta, – apesar do esforço dos gestores de Miami e suas parcerias público privadas, – não foi possível povoar e revitalizar de fato os ambientes “revitalizados”, porque as pessoas não os freqüentam.
Qualquer publicitário principiante sabe que, antes de lançar-se um produto novo, faz falta uma pesquisa de mercado. E que cada mercado tem características próprias e não se podem importar soluções.
O GT da Orla, coordenado pelo arq. Marcelo Allet, da Secretaria Municipal de Planejamento, não gosta de árvores nem da paisagem natural. Propõe amplos espaços sem sombras, com palmeiras desérticas e muito e muito concreto. Não aceita que as pessoas possam preferir um piquenique ou um bate-bola numa faixa livre de areia, ao invés de participar de um jogo formal numa quadra formal, possivelmente com taxa de arrendamento, e fila de espera.
Vêm daí, talvez, as propostas assombrosas para descaracterizar os parques Gasômetro e Marinha, e também a destruição promovida na Praça da Alfândega, acabando com suas árvores frondosas, que refrescavam o ambiente, para permitir uma visão sem entraves do portão do cais do porto, sob o sol senegalesco de Porto Alegre no verão.
No caso de Miami, o fracasso em impor autoritariamente uma visão única do que seria um espaço de lazer, isso fica claro. As pessoas, se não gostam dos ambientes, se se sentem tolhidas em sua espontaneidade, se os julgam caros e pouco acessíveis, se não se sentem felizes nem seguras neles, simplesmente não os freqüentam, por mais que as autoridades tentem dar-lhes um ar de espetáculo ou cenário teatral.
O artificialismo cansa.
Como exemplo, a cortina dágua proposta para o dique da Mauá, baseia-se numa pequena cortina que existe em Miami, e à qual os moradores da cidade não ligam o mínimo, conforme foto batida pela palestrante, onde aparece apenas uma pessoa, de passagem, sem olhar para a cortina. Não lhe perguntaram o que pensava dela, ao que parece.
REFORMULAÇÃO PAISAGÍSTICA
A questão das reformulações paisagísticas da cidade, pois, não é uma questão técnica, mas política, cultural e afetiva.
Havendo respeito à tradição cultural da população e a seus hábitos, havendo participação plena dessa população na tomada de decisões, não é um bicho-de-sete-cabeças realizá-las, de maneira tecnicamente correta, através de coleta de sugestões, e posteriormente, concurso público de projetos.
Foi o que sugerimos, em 2008, em relação à idéia do parque ecológico contínuo ao longo da orla do Guaíba (respeitando-se as situações consolidadas). Tendo por norte os objetivos discutidos abertamente e votados pela população, traçam-se as diretrizes que nortearão o projeto, o qual será concebido e executado por equipes multidisciplinares.
Se o objetivo, porém, for ganhar dinheiro a qualquer custo... bom, é inevitável que se busquem soluções requintadas, custosas e sofisticadas, com muitas obras e construções, muitas despesas que devem ser ressarcidas, alterações que considerem obsoletas a natureza e os hábitos tradicionais e espontâneos da população, ou "lembrança passadista", e fora de moda.
INTERMODALIDADE VERSUS RODOVIARISMO EXCLUSIVO
No caso do cais, o furo é mais embaixo. Quando o observamos, considerando também as irregularidades da licitação da RS-010, vemos que a proposta objetiva desativar por etapas todo o porto, do Mauá ao Navegantes, para consolidar o exclusivismo rodoviário e o pagamento de pedágios, mostrando-se os gestores indiferentes ao irracionalismo do transporte único, e ao efeito inflacionário dessa política, que encarece fretes e mercadorias.
Começa-se por impedir a reativação portuária do cais Mauá (muito bem situado para o transporte aquaviário de passageiros, por exemplo, mesmo em navios de longo curso), e avança-se nos cais seguintes, que têm menor capacidade de tonelagem, e dispõem de sistemas operacionais extremamente poluentes, por permitirem o embarque e desembarque de granéis.
Navegantes não é um bairro fantasma, o qual não importa poluir. Aliás, mesmo que o porto se instalasse em área erma, a qualquer altura da orla, com o embarque/desembarque mal resolvidos, – os produtos contaminantes serão absorvidos pelos pontos de captação da água, e serão absorvidos pelas canalizações, além de se infiltrarem pelos terrenos e os lençóis freáticos.
NATUREZA OU NATUREZA MAQUIADA
Quanto à mania pós-pós moderna de querer enfeitar a natureza, com produtos pastichados em concreto, equivale a botar maquiagem numa vaca ou num pássaro... resultado redundante e ridículo, e absolutamente não-funcional.
Onde se formaliza um parque a la Versailles, começam as proibições e as regras repressoras. E o que era lazer livre transforma-se na obrigação cultural de apreciar os projetados edifícios de 100 metros junto à rodovia Castelo Branco e à Estação Rodoviária, o gigantesco parque de estacionamento adjacente e os engarrafamentos daí decorrentes; ou os estacionamentos sobre palafitas dentro do rio, como quer o GT da Orla; mais a obrigação de ostentar status, não andando a pé nem de ônibus para chegar aos locais de lazer, muito menos comer cachorro-quente de barraquinha – porque isso não é suficientemente chique, como nos ficou subentendido durante a exposição do projeto da orla faz algumas semanas, na RP1.
Banheiros, limpeza, cuidados de jardinagem com a vegetação, segurança, acessibilidade... significando isso, a desnecessidade de atravessar vias de alta velocidade para deslocar-se nos locais de lazer e recreação, são os itens a atender no caso da orla, acrescidos de vestiários e chuveiros nos pontos em que a balneabilidade for possível . E menos estacionamentos, por favor. Não há rio, paisagem, nem pôr do sol, nem cais romântico, que resista a um estacionamento de automóveis. Poderia, ao invés, haver um transporte seletivo circular, que fizesse a recorrida entre as terminais de ônibus e os principais parques centrais.
Também fazemos reparo em que os locais de lazer são preferentemente ocupados em horários de lazer. Locais de lazer muito ocupados em dias úteis e horário comercial é um indicativo alarmante de desemprego e subocupação, e deveria preocupar ao invés de alegrar.
Quanto ao turismo sem finalidade comercial, convencional, cultural, ou ecológica, não esqueçamos que, na atualidade, ele está intimamente ligado à indústria orgiástica (droga, jogo, prostituição) e seus ingressos financeiros são descompensados pela degradação social e cultural das comunidades.
FIHP
Com relação à Federação Internacional de Habitação e Planejamento, promotora do congresso antes referido, e sediada em Haia, Holanda, ela se dedica a promover congressos, conferências, viagens de estudos e cursos. Oferece documentação sobre lançamentos e novidades em relação à habitação e à organização urbana, cursos de férias gratuitos e abertos a estudantes de todo o mundo, com foco no desenvolvimento sustentável. Não se sabe, porém, quem são seus patrocinadores.
Atualmente, é seu presidente o arquiteto espanhol Francesc Ventura i Teixidor, também membro das comissões de Planejamento de Barcelona, Girana Lleida e Tarragona, e presidente do Conselho da Comissão Executiva e Diretor Geralda Autoridade de transporte Metropolitano de Barcelona.
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É interessante destacar que justamente um empresário de Barcelona é/era o grande parceiro dos portais do Clóvis Magalhães, para quem lembra a reunião havida com o secretário em 2008. O empresariado de Barcelona era secundado por uma uma ONG internacional de projetos formada por Shell e Catterpillar.
Tania Jamardo Faillace
delegada Forum Regional de Planejamento 1domingo, 17 de outubro de 2010
O caluniador, figura da barbárie

recompensa suas tropelias (lembrem os antecedentes da Noite dos Punhais na Alemanha nazista, e as orgias sádicas de qualquer porão de ditadura de direita, e as tentativas de baixar a idade da responsabilidade criminal para descriminalizar a prostituição de menores e facilitar o uso de drogas por crianças - 150 mil doentes mentais vítimas do crack, só no RS, sem leitos e sem tratamento e ainda há os engraçadinhos que se arvoram em defensores da "liberdade" de drogar-se e comerciar com drogas e sexo).sexta-feira, 15 de outubro de 2010
Campanha de apoio ao Jornal JÁ – Pelo direito à informação.
Campanha de apoio ao Jornal JÁ – Pelo direito à informação.
A crise do JÁ se agravou recentemente, quando, depois de intervir financeiramente no jornal, uma decisão judicial bloqueou os bens pessoais de seus diretores. As medidas judiciais visam a garantir o pagamento de indenização por dano moral à família do ex-governador Germano Rigotto, pela repercussão de matéria publicada em 2001. O jornal foi absolvido no processo crime por injúria, mas condenado num segundo processo por dano moral. A ação foi movida pela mãe do ex-governador, Julieta Rigotto.
O Movimento protesta contra a pressão financeira que sufoca o jornal, mas quer discutir principalmente o direito da população a ser informada por diferentes fontes de informação, numa pluralidade democrática. “O sentido é chamar a atenção para a situação do JÁ, que não é única”, afirma Elmar Bones, diretor do jornal. Sua tese é que existe um déficit de informação sobre o que realmente acontece.
Há, também, um ambiente hostil a pequenos projetos, como o do JÁ. Os jornais de bairro crescem em todos os lugares, não em Porto Alegre. Dos quase 50 existentes, atualmente, são menos que 20. As verbas publicitárias são concentradas nas grandes corporações e não há espaço para os pequenos projetos.
Para tanto, além de defendemos a existência de políticas públicas capazes de incentivar os pequenos projetos, buscamos como alternativa uma campanha pública para garantir a sobrevivência do Jornal JÁ e a continuidade de uma informação comprometida com a formação da cidadania.
Neste sentido encaminhamos nossa proposta de assinatura ao JÁ, ressaltando que o pagamento será feito, via doc, somente após o assinante receber a primeira edição do jornal. Basta preencher os dados em anexo e retornar para esse e-mail ou diretamente para jaeditores@gmail.com.
Movimento Resistência JÁ
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